Alunos e professores da escola Eng. Annes Gualberto iniciam projeto de revitalização da trilha do Morro da Antena

Na manhã de hoje, terça-feira, 5, alunos e professores da escola E.E.M. Eng. Annes Gualberto, do bairro Paes Leme, em Imbituba, subiram o Morro da Antena, em prol de um projeto para promover atividade física, integração social, acessibilidade, informação turística e revitalizar a trilha com placas informativas que serão produzidas pelos próprios alunos.

Ao todo, serão em torno de 35 a 40 alunos participando da ação.

Após uma análise feita pelos professores das disciplinas de inglês, geografia, educação física, professora dois e o professor da área técnica de informática, os mesmo se deram conta que atualmente os jovens estão o tempo todo conectados, e se perdendo, de certa forma, do mundo real. Então, para que eles pudessem explorar lugares diferentes, e aprender sobre os pontos turísticos, os professores criam o projeto.

Com 4 etapas, o projeto se iniciou com o mapeamento da trilha do morro da antena, a observação do ambiente, analisando quais as mudanças podem ser feitas por eles. Por Imbituba ser uma cidade turística, com suas belezas naturais, a trilha do morro da antena se encaixa neste percurso para muitos visitantes. Sendo assim, a ideia é criar placas informativas pelo trajeto, e acessibilidade, além de promover o bem-estar e integração entre os alunos. Mas, em especial, a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e oral.

A escola atende um aluno deficiente auditivo, que tem uma professora dois fazendo o acompanhamento. O objetivo é a inclusão, por isso criar placas em português e inglês. Planejam fazer QRCods, onde a pessoa pode abrir o celular e na hora, caso tenha a deficiência auditiva, possa conseguir entender o que a placa está informando ou direcionando.

Segunda etapa:
A professora, Beatriz explicou qual será a próxima etapa. “Será o estudo de caso, após eles analisarem o ambiente, no caso vamos fazer sobre as possíveis melhorias do ambiente analisado. Depois a produção das placas indicativas, informativas, que serão produzidas pelos próprios alunos”, contextualiza a professora.

Terceira etapa:
Ocorrerá a elaboração do projeto virtual. A visão de como os alunos querem deixar o ambiente.

Em outubro, os alunos irão fazer uma apresentação, onde vão analisar o antes e depois. O que trouxe de melhorias para o ambiente, e qual foi a finalidade do projeto, o que eles aprenderam na parte pratica e teórica. A necessidade de inclusão social desses alunos e dessas pessoas que precisam das informações adequadas.

Finalização do projeto:
No final, iram construir um protótipo de um sinalizador de desastres naturais de encostas. Para que quando houver um desabamento, tenha uma sinalização melhor para a comunidade de Imbituba.