Junho Branco: a importância do mês antidrogas e o motivo de um novo nome

No dia 30 de novembro de 1999 foi instituída a lei Nº 11.232, que definia junho como o mês antidrogas no estado de Santa Catarina. Ficava então, sob a responsabilidade do Governo do Estado, realizar campanhas e encontros voltados para a participação da sociedade catarinense e para conscientização da comunidade, contra o uso indevido de drogas.

De acordo com pesquisas realizadas pelo UNODC, no Relatório Mundial sobre Drogas 2021, cerca de 13% por cento das pessoas que usam drogas sofrem de algum transtorno associado a elas. A porcentagem pode não parecer muita coisa, mas os 13% equivale a 36,3 milhões de pessoas. O Mês antidrogas apoia e valoriza comunidades terapêuticas voltadas para a recuperação de dependentes químicos.

Na quarta-feira, 25, a Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Assembleia Legislativa aprovou o Projeto de Lei (PL) 79/2022, que altera a denominação do “Mês Antidrogas” para “Junho Branco”. A ideia da Comissão é seguir o exemplo de outras iniciativas como o “Outubro Rosa ou “Maio Amarelo” trazendo uma nomenclatura mais forte.

De acordo com o deputado Fernando Krelling, relator da matéria, o projeto “atende ao interesse público, na medida em que visa incentivar as ações de prevenção ao consumo de substâncias entorpecentes, além de buscar a conscientização da população sobre os danos causados pelo uso de drogas ilícitas e pelo abuso das lícitas.”