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Aos 91 anos, idosa coloca quimono pela primeira vez e surpreende ao treinar jiu-jítsu com o neto

  • Foto Divulgação Reprodução - Aos 91 anos, idosa coloca quimono pela primeira vez e surpreende ao treinar jiu-jítsu com o neto

Miguelina da Silva começou a praticar a modalidade aos 90 anos, após receber orientação médica para incluir uma atividade física na rotina; primeiro treino publicado nas redes passou de 450 mil visualizações.

A idade não foi motivo para Miguelina da Silva ficar longe do tatame. Aos 90 anos, poucos dias antes de completar 91, a moradora de São Sepé, no Rio Grande do Sul, aceitou o convite do neto, o professor e faixa-preta Stefano Corrêa, e começou a praticar jiu-jítsu.

A decisão veio depois de uma consulta médica de rotina, quando Miguelina recebeu a orientação para iniciar uma atividade física. O neto então preparou um treinamento adaptado para a avó, que colocou o quimono pela primeira vez e iniciou a experiência na chamada “arte suave”.

Primeiro treino chama atenção nas redes

Stefano decidiu publicar nas redes sociais imagens do primeiro treino da avó. O registro rapidamente ganhou repercussão e ultrapassou 450 mil visualizações, além de receber mais de mil comentários de pessoas que elogiaram a iniciativa e incentivaram a prática de atividades físicas na terceira idade.

Depois da primeira experiência, Miguelina deixou claro que pretende continuar treinando. Segundo ela, a atividade fez com que se sentisse bem e disposta para seguir com as tarefas do dia a dia.

“Meu treino foi muito bom. E eu quero continuar fazendo, porque vai ser muito bom para a minha saúde. Depois que eu saí, estava muito bem. Cheguei em casa bem-disposta para fazer as minhas coisas”, contou a idosa ao Combate.

Além do jiu-jítsu, Miguelina mantém uma rotina ativa em casa. Ela conta que gosta de preparar doces, fazer pão e realizar diferentes tarefas, apesar da preocupação das filhas e dos netos.

Neto se emociona ao dividir o tatame com a avó

Stefano pratica jiu-jítsu há 14 anos e trabalha como professor da modalidade. Ele já teve experiência ensinando alunos com mais de 70 anos, mas afirma que treinar com a própria avó tem um significado especial.

O professor contou que ficou emocionado ao assistir aos vídeos de Miguelina treinando e destacou a importância de poder compartilhar esse momento com ela.

Para a família, o jiu-jítsu acabou se tornando mais do que uma nova atividade física. A experiência aproximou ainda mais avó e neto e mostrou que, com acompanhamento adequado, a idade não precisa ser um impedimento para começar uma nova atividade.

Por Redação RSC


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