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Imbituba entra em alerta após morte por Febre do Nilo e equipes investigam mosquitos
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Foto Gerada Por IA - Imbituba entra em alerta após morte por Febre do Nilo e equipes investigam mosquitos
Equipes municipais, estaduais e federais realizam capturas de mosquitos em diferentes regiões do município após morte relacionada à doença
Uma força-tarefa formada por equipes de saúde municipais, estaduais e federais iniciou uma investigação em Imbituba para verificar se o vírus da Febre do Nilo Ocidental está circulando entre os mosquitos do município.
A mobilização reúne profissionais da Regional de Saúde de Tubarão, Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), Ministério da Saúde, Prefeitura de Imbituba e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O trabalho ocorre nesta semana e também busca identificar a presença de outros arbovírus na região.
Durante a investigação, equipes realizam capturas de mosquitos em pontos de Itapirubá, Vila Nova, região central e São Tomás. Os insetos coletados serão encaminhados para análise laboratorial, que deverá verificar a presença de vírus entre os exemplares.
Além da Febre do Nilo Ocidental, os pesquisadores também procuram agentes relacionados à dengue, chikungunya, zika e febre amarela.
O objetivo é entender quais vírus podem estar circulando entre os mosquitos e fornecer informações para orientar as ações de vigilância epidemiológica no município.
A força-tarefa foi mobilizada após o registro do primeiro óbito por Febre do Nilo Ocidental no Brasil em uma pessoa residente em Imbituba. Em agosto, Santa Catarina confirmou dois casos da doença: uma mulher de 77 anos, moradora do município, morreu, enquanto um homem de 56 anos, de Caçador, recebeu alta após internação.
A Febre do Nilo Ocidental é transmitida principalmente pela picada de mosquitos infectados, especialmente do gênero Culex. Aves silvestres atuam como hospedeiras naturais do vírus.
A investigação em Imbituba ainda não significa que tenha sido confirmada uma circulação do vírus entre os mosquitos da cidade. Os resultados das análises laboratoriais serão fundamentais para esclarecer o cenário.
Por Redação RSC

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