Operação contra suspeitas de corrupção em contratos publicitários chega a Imbituba
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Município está entre as seis cidades catarinenses que receberam ações da Polícia Civil nesta quinta-feira (15); investigação envolve possíveis fraudes em licitações e lavagem de dinheiro
Uma investigação sobre possíveis irregularidades na contratação de serviços de publicidade pelo poder público levou a Polícia Civil a realizar diligências em Imbituba, no Sul de Santa Catarina, na manhã desta quinta-feira (15).
A ação faz parte da Operação Mídia Fria, que busca esclarecer suspeitas de favorecimento de empresas em processos licitatórios, pagamento de propina e ocultação de recursos de origem ilícita.
No total, foram executados 18 mandados de busca e apreensão em seis municípios catarinenses. Além de Imbituba, as equipes policiais atuaram em Florianópolis, Blumenau, Joinville, São Francisco do Sul e Urubici.
Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, as suspeitas envolvem a participação de pessoas ligadas a um grupo empresarial em comissões encarregadas de analisar propostas técnicas apresentadas durante licitações de publicidade.
A investigação procura identificar se essa participação teria permitido interferências nos resultados das disputas, beneficiando determinadas empresas e prejudicando a concorrência.
Também estão sendo apurados possíveis repasses de vantagens indevidas a agentes públicos e movimentações financeiras que poderiam caracterizar lavagem de dinheiro.
Embora tenha confirmado a realização de diligências no município, a Polícia Civil não detalhou quais endereços foram alvo das buscas em Imbituba, nem informou se há contratos da administração municipal diretamente envolvidos nas suspeitas.
A operação é conduzida pela 3ª Delegacia de Combate à Corrupção (DECOR), responsável por reunir e analisar os documentos e equipamentos apreendidos.
O material recolhido poderá contribuir para esclarecer a participação dos investigados e identificar eventuais irregularidades.
O procedimento segue sob sigilo, e novas informações dependem do avanço das investigações. Até o momento, as suspeitas apuradas não representam comprovação de envolvimento criminal das pessoas ou instituições investigadas.
Por Redação RSC

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