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Ministério confirma doença de Newcastle em granja com 6 mil perus no Oeste de SC
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Foto Divulgação Reprodução - Ministério confirma doença de Newcastle em granja com 6 mil perus no Oeste de SC
Foco foi identificado em Nova Itaberaba, no Oeste catarinense; propriedade foi interditada e 133 granjas estão na área de monitoramento sanitário
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou um foco da doença de Newcastle em uma granja comercial de perus localizada em Nova Itaberaba, no Oeste de Santa Catarina. A confirmação ocorreu no domingo (18), e as autoridades sanitárias já adotaram medidas para conter a ocorrência.
A identificação foi feita durante uma investigação epidemiológica conduzida pelo Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina. O diagnóstico foi confirmado por análises laboratoriais realizadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo.
A propriedade abriga aproximadamente 6 mil perus. Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura, nenhum dos animais apresentava sinais clínicos da doença, mas os exames detectaram a presença do vírus.
Após a identificação do foco, a granja foi interditada e a movimentação de aves suspensa. As medidas de controle incluem procedimentos sanitários para eliminar o foco, além de limpeza e desinfecção das instalações.
O monitoramento também abrange uma área que inclui os municípios de Nova Itaberaba, Nova Erechim, Águas Frias e Coronel Freitas. Ao todo, 133 granjas estão incluídas nas ações de vigilância sanitária.
O que é a doença de Newcastle?
A doença de Newcastle é uma enfermidade viral contagiosa que afeta aves domésticas e silvestres. A transmissão pode ocorrer pelo contato com aves infectadas, partículas eliminadas por elas ou materiais contaminados.
A ocorrência exige medidas rigorosas de controle para evitar a disseminação do vírus e proteger a produção avícola.
Consumo de carne inspecionada continua seguro
Apesar da confirmação do foco, o Ministério da Agricultura esclarece que o consumo de carne e de outros produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanece seguro.
O caso será comunicado à Organização Mundial de Saúde Animal e aos parceiros comerciais do Brasil, conforme os protocolos internacionais de transparência sanitária. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações e das medidas de contenção.
Por Redação RSC

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