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Brasileiro que mora no Canadá busca família biológica em Imbituba

  • - Giselle, apaixonada por genealogia, foi uma peça-chave na busca de Fellipe - Foto: divulgação

Teste de árvore genealógica conecta Fellipe à prima Giselle, que agora o ajuda na busca por respostas

Adotado ao nascer em 6 de agosto de 1986, Fellipe vive uma jornada em busca de suas origens. Com algumas informações coletadas, ele tenta reconstruir a história de sua família biológica e compreender suas raízes. Agora, com a ajuda de um teste de DNA e da prima Giselle, ele está mais próximo do que nunca de desvendar esse mistério.

As pistas que levam a sua origem

Fellipe sabe que sua mãe biológica, Maria da Graça S. Martins, teria entre 20 e 25 anos na época de seu nascimento e já seria mãe de outros quatro filhos. Seu pai biológico teria trabalhado como motorista da empresa Santo Anjo, em linhas que cruzavam cidades como Imbituba e Paulo Lopes. A família teria morado no bairro Portinho, em Laguna, antes de se mudar possivelmente para Criciúma. Recentemente, um teste de DNA conectou Fellipe a Giselle, uma prima de 2º ou 3º grau, com raízes na região de Imbituba.


Fellipe sabe que sua mãe biológica, Maria da Graça S. Martins, teria entre 20 e 25 anos na época de seu nascimento e já seria mãe de outros quatro filhos - Foto: divulgação


O encontro

Giselle, apaixonada por genealogia, foi uma peça-chave na busca de Fellipe. Ao falar sobre como seus caminhos se cruzaram, ela compartilhou:

“Sempre fui apaixonada por genealogia, ouvindo histórias da minha família e pesquisando nossas origens, mas nunca imaginei que essa paixão pudesse transformar uma vida. Um dia recebi uma mensagem do Fellipe. Ele tinha feito um teste de DNA, assim como eu, e descobrimos que éramos parentes. Foi emocionante conhecer sua história e ajudá-lo a conectar os pontos na árvore genealógica da família. Cada nova peça do quebra-cabeça é uma celebração. Apesar do tempo e da distância, conseguimos nos encontrar e viver esse sentimento tão puro de pertencimento.”


"Foi emocionante conhecer sua história e ajudá-lo a conectar os pontos na árvore genealógica da família", relata Giselle. - Foto: divulgação


Fellipe compartilha a emoção de estar mais próximo de seu objetivo:

“Por anos, busquei minha família biológica, mas sempre foi um caminho de incertezas. Conhecer Giselle foi transformador. Ela me ajudou a reunir as peças do quebra-cabeça e a centralizar as buscas no sul de Santa Catarina, onde sabemos que minha família tem raízes.”

Saiba como ajudar

A busca de Fellipe é um apelo de sua família. Qualquer informação sobre Maria da Graça S. Martins, a linha de ônibus conduzida pelo pai biológico ou a família que pode ter vivido no bairro Portinho pode ser de extrema importância.

Se você tiver informações ou conhecer alguém que possa ajudar, entre em contato pelo telefone (48) 99972-4400.

Por Leandro Silveira

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