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Lei da Rota do Big Surf é sancionada e coloca o Sul de SC no mapa das ondas gigantes
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Foto: Frepik - Lei da Rota do Big Surf é sancionada e coloca o Sul de SC no mapa das ondas gigantes
Nova legislação conecta Imbituba, Garopaba e Laguna em estratégia estadual voltada ao esporte e ao turismo
A força do mar que há anos atrai surfistas do Brasil e do mundo para o litoral sul de Santa Catarina agora passa a fazer parte, oficialmente, de uma política pública. Foi sancionada pelo governador Jorginho Mello a Lei da Rota do Big Surf, que organiza e reconhece o surfe de ondas gigantes como vetor de desenvolvimento esportivo e turístico no estado.
A nova legislação integra Imbituba, Garopaba, Laguna e Jaguaruna, com Tubarão definido como polo de apoio logístico. A ideia é simples na essência, mas ambiciosa na prática: unir municípios que já convivem com o surfe de grande porte e estruturar ações conjuntas para dar visibilidade, atrair eventos e fortalecer a economia ligada ao mar. A proposta é de autoria de Estener Soratto Júnior, ainda no período em que atuava como deputado estadual.
Imbituba, Garopaba e Laguna entram nesse cenário com protagonismo natural. São cidades onde o surfe faz parte do cotidiano, seja nas praias conhecidas pelas ondas fortes, seja na presença constante de atletas, fotógrafos, equipes técnicas e curiosos que acompanham as ressacas. Em Imbituba, por exemplo, não é raro ver moradores parando o carro próximo à orla em dias de mar grande só para observar o espetáculo das ondas.
A gestão da rota ficará a cargo da Secretaria de Estado do Turismo e da Fesporte, em conjunto com as prefeituras, além de entidades ligadas ao surfe, como associações esportivas e movimentos voltados às ondas grandes. A proposta envolve desde a promoção turística até o incentivo a competições e a construção de uma identidade regional ligada ao big surf.
Com a lei em vigor, o litoral sul catarinense passa a ser tratado de forma integrada, respeitando as características de cada município, mas apostando na força coletiva. Para cidades acostumadas a lidar com o mar em seus dias mais extremos, a rota representa a chance de transformar um fenômeno natural em oportunidade contínua, dentro e fora da água.
Por Redação RSC

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