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Carga de cigarros eletrônicos avaliada em R$ 320 mil é interceptada na fronteira de SC
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Imagem Reprodução - Carga de cigarros eletrônicos avaliada em R$ 320 mil é interceptada na fronteira de SC
Operação da Polícia Federal termina com prisões, apreensão de veículo furtado e suspeita de entrada clandestina no país
Uma fiscalização de rotina na região de fronteira do Extremo-Oeste catarinense resultou na apreensão de uma carga milionária de cigarros eletrônicos na manhã desta segunda-feira (4), em Dionísio Cerqueira. Ao todo, cerca de 3,2 mil dispositivos foram encontrados em uma caminhonete abordada às margens da BR-163.
Segundo a Polícia Federal, o veículo havia ingressado no Brasil por um ponto clandestino na divisa com a Argentina, o que levantou suspeitas de atuação em esquema de contrabando. Durante a abordagem, o motorista conseguiu fugir, mas o passageiro foi preso em flagrante. Um terceiro homem também acabou detido, apontado como possível responsável por auxiliar na fuga.
No decorrer da ocorrência, os agentes constataram que a caminhonete utilizada no transporte possuía registro de roubo ou furto. Tanto o veículo quanto a carga foram apreendidos e encaminhados para os procedimentos legais. Os envolvidos foram levados à delegacia da Polícia Federal, onde foram autuados por uma série de crimes, incluindo contrabando, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e desobediência.
Após os trâmites iniciais, os presos foram encaminhados ao sistema prisional de São José do Cedro, onde permanecem à disposição da Justiça. A investigação segue para identificar outros possíveis envolvidos na rota de entrada e distribuição dos produtos.
A apreensão reforça o papel estratégico das regiões de fronteira no combate ao comércio ilegal de cigarros eletrônicos, cuja venda, importação e propaganda são proibidas no Brasil desde 2009 por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Apesar da restrição, os dispositivos continuam circulando no mercado clandestino, frequentemente associados a rotas internacionais de contrabando.
As autoridades destacam que, além das implicações legais, o consumo desses produtos também levanta preocupações sanitárias, devido à presença de substâncias potencialmente nocivas e ao risco de dependência, fatores que mantêm o tema sob vigilância permanente dos órgãos de saúde e segurança pública.
Por Redação RSC

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