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Da areia da orla ao mundo: cachorro vira astro da altinha e soma bilhões de visualizações
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Foto: Redes Socias - Da areia da orla ao mundo: cachorro vira astro da altinha e soma bilhões de visualizações
Floki, um Border Collie de quatro anos, começou brincando com balão e hoje é atração em praias, quadras e estádios pelo país
Quem passa pela orla de João Pessoa em dias de movimento pode até estranhar à primeira vista. No meio da roda de altinha, entre jogadores experientes e curiosos, lá está ele: atento, ágil e com a bola sempre no ar. Floki não late, não pede passe e raramente erra. O Border Collie virou personagem conhecido nas areias da capital paraibana e, fora delas, um fenômeno global da internet.
O que começou como uma brincadeira despretensiosa virou rotina de trabalho. Floki soma mais de um milhão de seguidores nas redes sociais e já ultrapassou a marca de um bilhão de visualizações em vídeos espalhados por praias de várias partes do Brasil. O apelido veio rápido: “Rei da Altinha”.
A história por pouco não tomou outro rumo. Gustavo Rodrigues, tutor do cachorro, conta que quase levou para casa outro filhote quando foi buscá-lo. Todos pareciam iguais nas fotos, preto e branco, traços parecidos. Só percebeu a troca ao chegar perto de casa e decidiu voltar. Foi ali que Floki entrou de vez na história.
Nos primeiros meses, nada de bola oficial ou quadra montada. O treino era com balão de festa, no quintal, só para gastar energia. Aos poucos, o instinto e a coordenação apareceram. Antes de completar um ano, Floki já dominava a bola com uma naturalidade que chama atenção até de quem vive do esporte.
A virada veio quando os vídeos começaram a circular. Um post simples, feito pela esposa de Gustavo, explodiu nas redes. Milhões de visualizações em poucas horas. Da altinha improvisada na areia, Floki passou a aparecer em quadras, eventos esportivos e, depois, em grandes palcos do futebol brasileiro.
Hoje, o cachorro que começou jogando na orla de João Pessoa já esteve no gramado do Morumbi e do Maracanã, sempre arrancando aplausos e celulares apontados. Convites para campeonatos de futevôlei, ações publicitárias e eventos pet se tornaram frequentes.
A rotina da família também mudou. Grande parte da renda de Gustavo vem das atividades ligadas ao Floki, entre apresentações, publicidade, redes sociais e até um pet shop que leva o nome do cachorro. O que era brincadeira de fim de tarde virou agenda cheia.
Quem acompanha de perto garante que, apesar da fama, Floki segue sendo o mesmo cachorro elétrico de sempre. Na praia, entre uma jogada e outra, ele corre atrás da bola como se fosse só mais um dia comum. E talvez seja mesmo. Para quem vive na areia, sol e vento no rosto, levantar a bola nunca foi exatamente trabalho.
Por Redação RSC, com informações GE

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