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Avó denuncia suposta negligência e favorecimento em escola de Imbituba; caso envolve aluno com TDAH, TOD e suspeita de autismo

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Prefeitura nega omissão e diz que medidas já foram adotadas

Durante uma transmissão ao vivo do programa Espaço Aberto, da Rádio 89 FM, uma avó relatou possíveis situações de negligência e discriminação vividas por seu neto, aluno do 2º ano do ensino fundamental em uma escola localizada no bairro Guaiúba, em Imbituba. O menino tem diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD), além de estar em processo de avaliação para autismo.

Segundo a avó, um dos episódios mais preocupantes ocorreu por volta do meio-dia, quando encontrou o neto no pátio escolar com o braço sangrando e visivelmente nervoso. Ela afirma que, mesmo após procurar ajuda, a criança não recebeu atendimento por parte da equipe da escola. A denunciante também alega que o acompanhamento pedagógico especializado ( indicado em laudo médico e garantido por lei ) não está sendo cumprido conforme o necessário. Ela afirma que a profissional responsável pelo apoio está frequentemente ausente, o que acaba deixando o menino sem o suporte exigido. “Tem dia que não tem ninguém com ele. Quem cuida é o professor de educação física, que tenta ajudar, mas não é a função dele”, contou.

Outro ponto destacado pela avó foi a dificuldade enfrentada para conseguir documentos e laudos que são considerados fundamentais para o tratamento médico do neto. De acordo com ela, a escola elaborou um laudo interno sem validade oficial e se recusou a entregar o documento original solicitado pela família.

A avó ainda apontou possível favorecimento a outra aluna com deficiência, que estaria recebendo mais atenção por ter vínculos com funcionários da escola, o que, segundo ela, contraria o princípio de igualdade no atendimento educacional.

Em resposta às denúncias, a Prefeitura de Imbituba divulgou uma nota oficial por meio da Secretaria de Educação, Esporte e Juventude, afirmando que o caso está sendo tratado com “máxima responsabilidade e atenção”. De acordo com a nota, a equipe escolar adotou todas as medidas necessárias para garantir o atendimento ao aluno, com apoio da Diretoria Pedagógica e da Equipe Multiprofissional de Educação Especial.

A administração municipal também enfatizou que “em nenhum momento houve omissão ou negligência por parte da escola ou da Secretaria”, destacando que todos os estudantes são tratados de forma igualitária, com base na ética, no respeito e na escuta qualificada. A nota acrescenta ainda que, diante da repercussão do caso nas redes sociais e na imprensa, e de comportamentos que, segundo o comunicado, comprometeram a integridade moral e emocional dos profissionais da escola, as autoridades competentes foram acionadas para a adoção das providências legais cabíveis.

A Secretaria finalizou reforçando seu compromisso com uma educação inclusiva, segura e de qualidade, além de manter o diálogo com as famílias como uma de suas prioridades. Já a avó da criança afirma que seguirá buscando esclarecimentos e cobrando que o neto receba o atendimento adequado às suas necessidades.

Por Redação RSC


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