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Escola Julieta Pavan Simões é acusada de servir feijão puro na merenda escolar e rebate: “Essa informação que não corresponde à verdade”
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- Foto: Cheila Borges
A equipe de reportagem foi recebida pela diretora da escola, Kelly de Sousa, que prontamente esclareceu os fatos
Nesta segunda-feira (25), a equipe de reportagem do programa Espaço Aberto esteve na Escola Estadual Julieta Pavan Simões, localizada no bairro Alto Arroio, para apurar uma denúncia que circulava nas redes sociais e chegou até a redação do programa. Segundo informações recebidas, a merenda escolar estaria sendo servida de forma inadequada, com relatos de refeições consistindo apenas de feijão puro.
Durante a visita, a equipe foi recebida pela diretora da escola, Kelly de Sousa, que prontamente esclareceu os fatos. “Há alguns dias, recebemos essa informação que não corresponde à verdade. Tanto é que já tomamos as medidas judiciais cabíveis. A Secretaria de Educação e nossa equipe jurídica estão cientes e acompanhando o caso”, afirmou Kelly.

De acordo com a diretora, a merenda escolar é terceirizada e segue rigorosamente as orientações nutricionais fornecidas pela empresa responsável, Risotolândia. O cardápio inclui alimentos variados, como frutas e refeições completas. “Hoje, por exemplo, está sendo servido um sanduíche muito apreciado pelos alunos. Em outros dias, temos arroz, feijão, carne e acompanhamentos. A alimentação aqui é planejada e supervisionada por nutricionistas”, destacou.
Sobre a foto que mostrava um prato contendo apenas feijão, Kelly explicou que isso pode ter sido resultado de uma escolha individual do aluno. “Sempre perguntamos às crianças o que elas querem comer. Se um estudante pede só feijão ou arroz, respeitamos essa preferência. Aqui, eles têm voz e são acolhidos”, acrescentou.
A direção lamenta a propagação de informações falsas e destaca o compromisso da escola com o bem-estar e a qualidade de ensino dos estudantes. “Estamos aqui diariamente lutando para manter uma escola acolhedora e respeitosa. Falar mal do nosso trabalho sem fundamento é inadmissível”, concluiu a diretora.
Por redação RSC

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