Inclusão em ação: Jovem com síndrome de Down preside sessão em SC
Inclusão em ação: Jovem com síndrome de Down preside sessão em SC
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Foto Reprodução Divulgação - Inclusão em ação: Jovem com síndrome de Down preside sessão em SC
Estudante conduziu trabalhos do Parlamento Jovem em Paulo Lopes e protagonizou momento histórico de inclusão no Legislativo.
Um momento considerado inédito no Brasil marcou a Câmara de Vereadores de Paulo Lopes, no Sul de Santa Catarina. Pela primeira vez, um jovem com síndrome de Down presidiu uma sessão ordinária legislativa. O episódio ocorreu durante a abertura oficial do Parlamento Jovem no município, na última terça-feira (22).
O estudante Abner Roger Fernandes, vereador jovem e representante da APAE, foi o responsável por conduzir os trabalhos da sessão, incluindo a votação da mesa diretora. À frente da presidência, ele demonstrou segurança, autonomia e domínio das atividades.

Antes do início, o jovem resumiu a emoção com entusiasmo ao afirmar que estava feliz por assumir a função naquele momento. A participação dele também representa um marco no estado de Santa Catarina e projeta o município como referência em inclusão dentro do Poder Legislativo.
A iniciativa foi destacada por representantes da Escola do Legislativo, que apontaram o episódio como um exemplo concreto de educação cidadã e de abertura de espaços para a participação de todos. A preparação do estudante e o protagonismo ao longo da sessão também foram ressaltados pela equipe do projeto, que acompanha o Parlamento Jovem.

A emoção tomou conta do plenário e foi compartilhada pela família do jovem, que destacou o orgulho em acompanhar a participação dele em um momento considerado histórico.
A sessão marcou o início das atividades do Parlamento Jovem em Paulo Lopes, programa que busca aproximar estudantes do funcionamento do Legislativo. A proposta é oferecer experiências práticas com o processo democrático, por meio de debates, sessões e atividades institucionais.

O episódio reforça a importância de iniciativas que ampliem a inclusão e garantam espaço para diferentes vozes em ambientes de decisão, evidenciando que a participação cidadã deve ser acessível a todos.
Por Redação RSC

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