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Governador de SC diz que não vai participar de reunião emergencial com Lula e outros chefes de estado

  • - Jorginho Mello, governador de Santa Catarina — Foto: Tiago Ghizoni/NSC

Fonte: g1 SC

Jorginho Mello (PL) declarou em comunicado "que a pauta já está esgotada com posicionamento dele em nota" após os ataques terroristas em Brasília.

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), não vai participar da reunião de emergência convocada pelo presidente Lula (PT) e governadores de todos os estados marcada para Brasília, nesta segunda-feira (9). A informação foi divulgada pela comunicação do chefe do executivo estadual, que assumiu o cargo em 1º de janeiro.

Um dos objetivos do encontro é fazer um ato em defesa à democracia brasileira e discutir ações conjuntas para resolver a crise atual.

Marcada para 18h, a reunião é uma resposta à invasão de bolsonaristas radicais aos prédios do Congresso Nacional, Palácio do Alvorada e Supremo Tribunal Federal (STF), no domingo (8).

Segundo a assessoria do governador, Jorginho Mello acredita que "a pauta já está esgotada com o posicionamento dele", em nota, feita na noite de domingo. Ele deverá participar, no entanto, da reunião com o presidente e governadores em 27 de janeiro.

"Precisamos trabalhar pelo país, de olho nos valores que acreditamos e defendemos, mas jamais com uso da violência. É preciso lembrar os comportamentos que tanto criticamos e agir diferente. Manifestações são legítimas quando são pacíficas”, declarou, após os atos golpistas em Brasília.

Acampamentos bolsonaristas

A Polícia Militar de Santa Catarina informou, nesta segunda-feira (9), que "irá agir de acordo com determinações legais" para desmobilização dos acampamentos bolsonaristas no estado.

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, determinou a desocupação e dissolução total, em até 24 horas, dos acampamentos realizados nas imediações dos quartéis e outras unidades militares em todo o território brasileiro.

Segundo o ministro, os bolsonaristas acampados cometeram os seguintes crimes:

  • atos terroristas, inclusive preparatórios;
  • associação criminosa;
  • abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • golpe de Estado;
  • ameaça;
  • perseguição;
  • incitação ao crime.
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